15 dicas e truques da linguagem JavaScript

No artigo de hoje vou apresentar a você 15 dicas muito boas da linguagem JavaScript, geralmente atalhos de codificação, mas além disso também recursos da linguagem que poucas pessoas conhecem e algumas ‘manhas’ que podem ser muito úteis para programadores JS em geral mas principalmente aos meus alunos do curso de Node.js e MongoDB.

Atenção: nem todas dicas, especialmente os atalhos de código, vão agradar a todo mundo. A intenção é lhe mostrar possibilidades interessantes, mas saber quando é o melhor momento para usar cada uma delas fica à critério do programador (levando em conta a legibilidade do código, por exemplo).

A lista de dicas é composta por:

  1. Testes de Null ou Undefined
  2. Atribuição de Arrays
  3. Operador Ternário
  4. Declarando variáveis
  5. Auto-atribuição de Variáveis
  6. Uso de RegExp
  7. Atalho do charAt()
  8. Exponenciais base-10
  9. ES6 Template Literals
  10. ES6: Arrow Functions
  11. ES6: Argument Destructuring
  12. ES6: Key-Value Names
  13. ES6: Map
  14. ES6: Filter
  15. ES6: Reduce

#1 – Testes de Null ou Undefined

Uma das coisas que logo aprendemos em JavaScript é que nem tudo é o que parece ser e que existem diversas maneiras de uma variável lhe causar problemas em uma linguagem dinâmica como essa. Um teste muito comum de ser feito é para verificar se uma variável está null ou undefined, ou ainda ‘vazia’, como abaixo:

Um jeito bem mais simples de fazer o mesmo teste seria:

Se não acredita, pode testar!

#2 – Atribuição de Arrays

Então você tem de criar um objeto Array e depois popular ele com seus elementos, certo? Provavelmente seu código irá se parecer com isso:

Que tal fazer a mesma coisa em apenas uma linha?

Bacana, hein!

#3 – Operador Ternário

O famoso ‘if/else em uma linha’, o operador ternário já é um velho conhecido de diversos programadores de linguagens C-like como Java e C#. Pois é, ele existe em JS também e pode facilmente transformar blocos de código como esse:

Nisso aqui:

Entendeu agora porque muita gente chama o ternário de ‘if/else em uma linha’?

Mas será que funciona com chamadas de funções também? Se eu tenho duas functions diferentes e quero chamar uma no caso do if ser verdadeiro e outra no caso do if ser falso, corriqueiramente você faria algo assim:

Mas…segure-se na cadeira, talvez você não goste do que vai ver…você pode fazer a mesma chamada de função usando o ternário:

Wow! Aqui no RS temos uma expressão para quando ficamos espantados com algo que é: “me caiu os butiá do bolso“.

Vale uma menção honrosa também aos ifs que testam se uma variável é verdadeira, onde alguns programadores ainda fazem assim:

Quando podem fazer assim:

Ou a versão negada:

Que pode facilmente ser resumida com:

#4 – Declarando Variáveis

Sim, mesmo a declaração de variáveis possui os seus melindres. Embora isso não seja exatamente um segredo, ainda se vê muito programador fazendo declarações como essa:

Quando podia estar fazendo assim:

#5 – Auto-Atribuição de Variáveis

Também outra dica bem comum, ao menos em meus cursos, para, ao invés de auto atribuir valores em variáveis numéricas desta forma:

Os programadores usem versões mais enxutas, como essas:

E se você não conseguiu entender o terceiro exemplo (*=) considere que x=10 e y=5 para as seguintes expressões, verificando o resultado manualmente no seu caderno:

#6 – Uso de RegExp

Expressões Regulares já são, por si só, uma baita ferramenta para criar códigos mais elegantes e poderosos quando o assunto é análise e validações textual, além de extração de dados no caso de alguns tipos de webcrawlers.

No entanto, em JS muitas vezes os programadores usam o objeto RegExp desta maneira:

Quando poderiam estar usando desta maneira:

Eu sei, não é o código mais legível do mundo, mas em situações em que o tamanho do arquivo JS importa, essa é uma excelente dica de minificação de código.

#7 – Atalho do charAt()

Então você quer pegar um caracter apenas de uma String, em uma posição específica, certo? Aposto que a primeira coisa que lhe vem em mente é usar a função charAt, como abaixo:

Mas veja só, você consegue o mesmo resultado lembrando-se daquela analogia da String ser um Array de chars:

#8 – Exponenciais Base-10

Esta é apenas uma notação mais enxuta para números exponenciais na Base-10 ou os famosos ‘números cheios de zeros’. Para quem é mais chegado em matemática não vai se surpreender muito ao ver um desses, mas um número 10.000 pode ser facilmente substituído em JS por 1e4, ou seja, 1 seguido de 4 zeros, como abaixo:

As dicas a seguir são todas da versão 6 do padrão JavaScript, chamada ECMAScript. Essa é a versão de JavaScript que mais utilizo no meu curso de Node.js e MongoDB, e além de mostrá-las na prática durante o curso, registro aqui para quem ainda não é aluno.

#9 – ES6: Template Literals

Essa funcionalidade semântica é exclusiva da versão ECMAScript 6 ou superior e simplifica bastante a leitura de concatenação de strings em conjunto de variáveis. Por exemplo, a concatenação abaixo:

Essa até é simples e provavelmente você já fez concatenações piores. A partir do ES6, podemos fazer esta concatenação usando template literals:

Note que ${} delimitam que dentro vai uma variável que deve ser concatenada, sendo number a mesma, ok? Note também o uso de crase na string ao invés das tradicionais aspas.

#10 – ES6: Arrow Functions

Arrow Functions são formas abreviadas de declarar funções. Sim, mais formas de fazer a mesma coisa que funciona desde a primeira versão do JavaScript. Por exemplo, abaixo uma função de soma:

Também podemos declarar esta function desta forma:

Mas com Arrow Functions podemos levar essa declaração a outro patamar como abaixo:

E se for usar anonymous functions, fica mais fácil ainda, como nos callbacks do Node! Note que o return ficou implícito nessa declaração também, pois ela tem apenas uma linha, então é óbvio o que ela deve retornar.

#11 – ES6: Argument Destructuring

Essa dica é para aquelas functions que são cheias de parâmetros e você decidiu substituir todos por um objeto. Ou então para aquelas functions que realmente exigem um objeto de configuração por parâmetro.

Até aí nenhum problema, afinal quem nunca passou por isso? O problema é ter que ficar acessando o objeto que foi passado por parâmetro seguido de cada propriedade que queremos ler, certo? Tipo isso:

O recurso de argument destructuring (desestruturação de argumentos) serve justamente pra simplificar isso e ao mesmo tempo ajudar na legibilidade de código, substituindo a declaração anterior por essa:

E para completar, ainda podemos deixar valores default em propriedades do nosso objeto-parâmetro:

Dessa forma, o valor de s será “1”, mas o de t será o default para essa propriedade que será “def2”.

#12 – ES6: Key-Value Names

Um recurso muito viciante é a forma abreviada de se atribuir propriedades para objetos. Imagine que você tem um objeto person que tem uma propriedade name que vai ser atribuída através de uma variável name. Isso ficaria assim:

Enquanto que em ES6 você pode fazer assim:

Ou seja, se sua variável possui o mesmo nome da propriedade, não precisa chamar a mesma, apenas passe a variável. O mesmo vale para múltiplas propriedades:

#13 – ES6: Map

Esse operador é muito bacana, me lembra um dos principais motivos pelos quais eu usava JQuery em meus projetos web e desde o ES6 é um recurso nativo do JavaScript!

Para os exemplos de código, considere o array de objetos a seguir:

Imagine agora que queremos pegar apenas os nomes dos animais para, por exemplo, adicionar em outro array. Normalmente faríamos isso:

Mas com o Map, podemos fazer assim:

Note que o map espera uma function por parâmetro com três argumentos: o primeiro é o objeto atual (como em um foreach), o segundo é o índice da iteração atual e o terceiro é o array inteiro. Obviamente esta função será chamada uma vez para cada objeto no array animais.

#14 – ES6: Filter

E se queremos iterar através do mesmo array de objetos animais da dica anterior, mas desta vez retornando apenas aqueles cujo tamanho seja “pequeno”?

Como faríamos isso com JS regular?

No entanto, usando o operador filter, podemos fazê-lo de uma maneira bem menos verbosa e mais clara:

O filter espera uma function por parâmetro com o argumento que é o objeto da iteração atual (como em um foreach) e ela deve retornar um booleano indicando se este objeto fará parte do array de retorno ou não (true indica que ele passou no teste e fará parte).

#15 – ES6: Reduce

Outro recurso importantísimo dessa geração do ECMAScript, o Reduce permite que façamos agrupamentos e cálculos em cima de coleções de maneira muito fácil e poderosa. Por exemplo, se quisermos somar o peso de todos os animais do nosso array de objetos animais, como faríamos?

Mas com reduce podemos fazer assim:

O reduce espera uma function por parâmetro com os seguintes argumentos:

  • o primeiro é o valor atual da variável acumuladora (ao término de todas iterações, ele conterá o valor final);
  • o segundo argumento é o objeto da iteração atual;
  • o terceiro argumento é o índice da iteração atual;
  • o quarto argumento é o array com todos objetos que serão iterados;

Esta function será executada uma vez sobre cada objeto do array, retornando o valor agregado ao término de sua execução.

E você, tem alguma dica para adicionar à esta lista? Deixe nos comentários!

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Curso Node.js e MongoDB
Curso Node.js e MongoDB

Qual a diferença entre um Product Manager e um Product Owner?

A ideia deste artigo é justamente dar um pouco de luz a alguns temas bem polêmicos, especialmente dentro de grandes corporações que estão passando por transformações digitais e ágeis, algo cada vez mais comum hoje em dia por uma questão de sobrevivência.

No modelo tradicional, Product Managers fazem suas pesquisas de mercado e especificam suas Visões de Produto durante alguns meses até que o documento esteja pronto e seja encaminhado para o Escritório de Projetos (PMO) da empresa. O Escritório irá delegar a um Project Manager transformar a visão de produto em um projeto de software (geralmente usando MS Project ou similar) que uma vez que esteja construído será delegado a um time de desenvolvimento da área de TI, que regularmente terá de prestar reports ao Project Manager sobre o andamento do projeto que por sua vez reportará ao Product Manager. Ao término do desenvolvimento, o software será enviado para um Departamento de Qualidade (QA) para os testes e o resto da historia você já conhece, é o bom e velho waterfall. Ou nem tão bom assim…

Waterfall Product Development
Waterfall Product Development

No entanto, quando mudamos este paradigma e passamos a trabalhar com métodos ágeis, em especial o Scrum, o mais famoso deles, esse ciclo em cascata é rompido drasticamente, silos são destruídos e papéis são drasticamente modificados ou novos papéis são introduzidos. É o caso da extinção do Project Manager e o surgimento do Product Owner e do Scrum Master. Mas e o Product Manager? Ele deve também ser extinto nesse modelo de trabalho?

Sim e não.

Mas antes vamos entender o que é Gerenciamento de Produto (Product Management).

Gerenciamento de Produto ou Product Management

A disciplina de Gerenciamento de Produtos data da década de 1930. Gerenciar um produto é sobre fazer análise e pesquisa de mercado, descobrir product/market fit, inteligência competitiva, customer discovery, definição de requisitos de produto, desenvolvimento do dito-cujo (embora na prática isso seja terceirizado a outro setor ou empresa), go to market, estratégia de precificação (pricing), marketing inbound e outbound, treinamentos no uso do mesmo, revisões e até extinção do produto.

Ufa! É muita coisa!

A primeira coisa mais fácil de notar aqui é que não tem como uma única pessoa cuidar de tudo isso sozinha, certo? Sendo assim, se você acha que o Product Manager da sua empresa é um deus, você está errado. Geralmente Product Managers contam com uma equipe para lhes ajudar: profissionais de marketing, designers, desenvolvimento, pesquisadores e analistas.

Note também que o próprio papel de Product Manager só faz sentido em organizações com produtos maduros, que exijam uma governança mais organizada sobre todo o seu ciclo de vida. Ou seja, corporações. Dificilmente você vai ver um Product Manager, que é um orquestrador de todo o ciclo de vida de um produto, em pequenas empresas ou em startups.

E o Product Owner do Scrum, não seria ele um Product Manager com outro nome? Não faria ele as mesmas atividades que um Product Manager mas em uma empresa ágil?

Para responder a esta pergunta, vamos relembrar o conceito do Product Owner.

Product Owner ou Dono do Produto

O foco da criação do papel do PO, lá na década de 1990 pelos criadores do Scrum era tornar o time de desenvolvimento mais próximo do cliente, ou o contrário, tanto faz. O gap de comunicação do dono do problema até os desenvolvedores da solução era enorme, o que mais se via eram projetos entregues que não atendiam às necessidades reais dos usuários.

O PO nasceu como um representante máximo do cliente dentro do time de desenvolvimento, o porta-voz dos usuários do produto, o dono das prioridades e das regras de negócio para o time de desenvolvimento.

Segundo o Scrum Guide, o Product Owner é responsável por maximizar o valor do produto resultante do trabalho do Time de Desenvolvimento. Ou seja, guiar o time para a construção do produto que trará o maior ROI possível. O próprio Scrum Guide deixa claro que os detalhes de como este indivíduo vai conseguir fazer isso varia enormemente de organização para organização.

O Scrum Guide finaliza a curta descrição deste importantíssimo papel se referindo a ele como o ‘manager’ do Product Backlog e que tão somente ele tem a palavra final sobre o mesmo, embora o PO possa ser o representante de um comitê maior que ele.

O foco do PO é o Product Backlog, segundo o Scrum. Talvez o nome mais correto seria Product Backlog Owner, mas soaria muito mal esse nome. O Product Backlog é a ferramenta do PO para maximizar o ROI de um produto desenvolvido por um Time de Desenvolvimento.

Só com essas informações, per se, já é possível notar uma diferença gritante entre os dois papéis, certo?

Product Owner e Product Manager
Product Owner e Product Manager

Product Management é algo mais estratégico, enquanto que Product Ownership é algo mais tático. Pra finalizar, o Product Development seria o operacional (responsabilidade do Development Team). O que responde basicamente a pergunta que iniciou esse artigo: qual a diferença entre Product Manager e Product Owner.

Product Manager ou Product Owner?

Claro, agile nunca foi e nunca será algo preto e branco, algo prescritivo como as metodologias tradicionais.

No passado acreditou-se que os Product Owners substituiriam os Product Managers. E até o fazem em empresas pequenas ou em times de produto que estão recém iniciando (trabalhei muito em startups, nelas o PO conversa direto com o CEO e pronto). Conforme a empresa cresce e seus produtos tornam-se mais e mais complexos e maduros, a necessidade de ter pessoas diferentes cuidando do estratégico e do tático de um produto torna-se indispensável até para garantir a sanidade desses profissionais.

Imagine um produto complexo como uma linha de financiamento bancária. Uma visão limitada poderia acreditar que basta desenvolver este recurso em um aplicativo e está tudo resolvido. No entanto, como eu bem sei pois trabalho em uma instituição bancária, isso envolve desde core banking, APIs, disponibilização em canais (mobile e internet banking, no mínimo), regulamentação do banco central, atendimento aos clientes no SAC, solução comercial para vendas, infraestrutura para suportar treinamento para a galera de backoffice, inclusão no site, conteúdo no blog e muito mais.

Desenvolver o software para este produto é apenas uma parte (obviamente muito importante) desta cadeia completa que envolve o gerenciamento deste produto. É o mesmo que acreditar que Engenharia de Software resume-se apenas a programar sistemas.

Mas o Product Owner não pode cuidar sozinho de todos os aspectos de um produto? E abaixo dele ter uma série de outros profissionais para ajudá-lo a gerenciar o produto como um todo?

Pode. Daí ele acabou de se tornar um Product Manager com outro nome e talvez ele não consiga cuidar da sua principal atribuição que é gerenciar o Product Backlog, maximizando a entrega de valor do time de desenvolvimento.

Note que desde que isso esteja claro e a empresa decida que este é o melhor modelo para se trabalhar, está ok. Apenas atente ao fato de que gerenciar um produto por completo é uma tarefa que exige muito mais senioridade e conhecimento de mercado do que se focar no aspecto tático de como guiar um time de desenvolvimento. Sem obviamente desmerecer esta atividade, mas são skills diferentes que são necessárias.

Mas este assunto, de como escalar e dividir o trabalho dos profissionais de produto de uma empresa é assunto para outro artigo. Para quem quiser se aprofundar recomendo este e este artigo da Ellen Gottesdiener, uma Agile Product Coach, especialista neste assunto.

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Como fazer upload de arquivos em Node.js

Eventualmente alguém me pergunta como fazer upload de arquivos em Node.js. Não sei exatamente o motivo que me perguntam isso, uma vez que não é algo exatamente difícil, mas como é um assunto que já está na minha pauta de tanto que pedem, resolvi fazer este tutorial pra ajudar o pessoal.

Parto do princípio aqui que você já sabe o básico de Node.js, JavaScript e de HTML, conhecimentos estes que podem ser obtidos em outros artigos aqui do blog, em meu livro, em meu curso ou até mesmo no meu canal do Youtube.

Vamos começar instalando o express-generator, pacote que nos ajuda a criar aplicações web com ExpressJS, o mais famoso web framework para Node.js (talvez você precise de permissão de administrador):

Agora mande criar um novo projeto Express usando o comando abaixo, onde chamo o projeto de fileupload:

Após entrar na pasta e instalar as dependências com npm install, instale a dependência formidable, que utilizaremos para lidar com o upload de arquivos em Node.js, dentre tantas alternativas existentes na Internet.

Agora vá na pasta views e abra o arquivo index.ejs para editarmos o HTML do projeto, deixando-o como abaixo:

Note que não tem nada demais aqui, apenas um formulário com um campo de upload de arquivo. Se você executar esta aplicação com npm start verá algo como abaixo:

Formulário de Upload
Formulário de Upload

Agora vamos programar o comportamento desta página. Fazemos isso indo na pasta routes e abrindo o arquivo index.js, onde temos as rotas da tela inicial.

Adicione a nova rota abaixo dentro deste arquivo:

O que fazemos aqui? Carregamos a extensão formidable que instalamos há pouco, recebemos o form POSTado pelo usuário e salvamos o arquivo através da função form.parse. Se você testar agora já deve estar funcionando.

File Uploaded
File Uploaded

Mas…onde que o arquivo foi salvo?

Por padrão ele fica salvo em uma pasta temporária no seu computador. Para mudar isso, vamos modificar nosso código anterior para que usando a biblioteca fs (file system) do Node possamos mover o arquivo que fizemos upload para uma outra pasta da sua máquina (minha máquina é Unix, logo adapte o caminho de pastas para sua máquina):

Note que carreguei o módulo fs lá no início do código e que depois uso este módulo para mover o arquivo de lugar no sistema operacional usando a função rename. O arquivo que fiz upload é facilmente encontrado usando o argumento files, que é o terceiro da função form.parse. O resultado na tela é esse:

File Moved
File Moved

Mas no seu computador o arquivo que você fez o upload estará disponível na pasta que você mandou salvar.

Fácil, não é?!

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